
O problema está no modelo.
MT prioriza expansão de malha, não sustentação da malha existente.
Obras novas geram capital político imediato; manutenção não.
O estado opera em lógica de CAPEX político, não OPEX estrutural.
Implicações
Estradas novas hoje → deterioração acelerada em 3–5 anos.
Custo logístico volta a subir no médio prazo.
Ganho econômico vira ciclo curto, não estrutural.


