Crescimento de Tangará da Serra antecipa colapso urbano típico de cidades do agro

Tangará da Serra vive expansão acelerada impulsionada pelo agro. O padrão é conhecido e repetitivo no Centro-Oeste.
Crescimento ocorre sem planejamento urbano proporcional.
Infraestrutura sempre reage, nunca antecipa.
A cidade entra no estágio clássico:
→ expansão imobiliária > capacidade de serviços públicos
Implicações
Aumento de custo de vida local
Saturação de mobilidade em curto prazo
Queda de qualidade de serviços públicos (efeito cascata)
Se não houver correção, Tangará entra no mesmo ciclo de cidades como Sorriso anos atrás: crescimento forte → desorganização urbana → ajuste tardio caro.

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